Talvez algo em torno de R$ 0,60 a R$ 1,00.
Muito barato, não é?
Esse é o preço, mas não necessariamente o valor dela.
Duvida?
Conhecida como um produto simples que funciona muito bem, a BIC era usada pelo tricampeão mundial de Fórmula1 Ayrton Senna, para dar autógrafos.
A rotina de cada GP era sempre a mesma: o brasileiro e sua BIC a distribuir assinaturas em pedaços de papel que faziam a alegria dos fãs.
Tudo isso até aquele fatídico primeiro de maio de 1994...
Pessoas próximas ao piloto afirmam que ele usou uma caneta BIC naquele mesmo domingo.
A pergunta que eu lhe faço é:
Quanto vale "aquela" última caneta BIC?
Certamente muito mais que R$ 1,00!
Isso nos ensina que o conceito de valor transcende o preço e recai sobre o que o produto é capaz de representar ou proporcionar para quem o adquire.
sábado, 5 de maio de 2007
terça-feira, 1 de maio de 2007
Esse "sabe" cumprir ordens...
Um pequeno comerciante necessitava enviar urgentemente uma encomenda pelo Sedex.
Chamou um de seus empregados, Geraldo, e lhe pediu que fosse à agência dos Correios que ficava a cerca de 200 metros de sua loja, fazer a postagem.
O rapaz balançou a cabeça afirmativamente, segurou com firmeza o pacote e saiu rápido para cumprir sua missão.
Passados cerca de 20 minutos, o empregado ainda não havia voltado...
30... nada,
40... nem notícia,
50... nenhum sinal,
- 1 hora! Isso é um absurdo! O que está havendo? Bradou o patrão.
Chamou rapidamente outro empregado, José, e pediu que ele também fosse ao Correio ver o que havia acontecido com o Geraldo.
Quando chegou lá, José viu uma cena, no mínimo curiosa: Geraldo de pé, olhar fixo voltado para a porta e expressão séria... Parecia o segurança da agência!
- E aí rapaz, já fez o serviço?! Perguntou José.
- Claro que sim, disse Geraldo.
- E o que está fazendo parado aí esse tempo todo?
- Esperando novas ordens...
- Como assim?!
- O patrão me mandou apenas vir ao Correio, mas não me mandou voltar...
Chamou um de seus empregados, Geraldo, e lhe pediu que fosse à agência dos Correios que ficava a cerca de 200 metros de sua loja, fazer a postagem.
O rapaz balançou a cabeça afirmativamente, segurou com firmeza o pacote e saiu rápido para cumprir sua missão.
Passados cerca de 20 minutos, o empregado ainda não havia voltado...
30... nada,
40... nem notícia,
50... nenhum sinal,
- 1 hora! Isso é um absurdo! O que está havendo? Bradou o patrão.
Chamou rapidamente outro empregado, José, e pediu que ele também fosse ao Correio ver o que havia acontecido com o Geraldo.
Quando chegou lá, José viu uma cena, no mínimo curiosa: Geraldo de pé, olhar fixo voltado para a porta e expressão séria... Parecia o segurança da agência!
- E aí rapaz, já fez o serviço?! Perguntou José.
- Claro que sim, disse Geraldo.
- E o que está fazendo parado aí esse tempo todo?
- Esperando novas ordens...
- Como assim?!
- O patrão me mandou apenas vir ao Correio, mas não me mandou voltar...
O que é HDC?!
Costumo dizer que sou administrador por formação e jornalista por intromissão...
Trabalho como consultor em gestão desde 2000.
O mundo corporativo é riquíssimo em histórias, estórias, piadas, casos, cases e causos, que pipocam todos os dias.
Resolvi reunir nesse blog cenas do dia a dia das empresas, pensando simplesmente em divertir você.
Por isso, não tenho, nem quero nenhum compromisso com a realidade, nem com a verdade.
O conteúdo deste blog não mencionará pessoas nem empresas reais.
Apenas personagens.
Aproveite.
Você é meu convidado especial: pode abrir a geladeira, por os pés no sofá, deixar o som no último volume e usar quando e como quiser o espaço reservado para comentários.
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